Foto: Lucas Nishimoto/Agência Minas
O primeiro passo para desmontar as luzes de Natal e outros enfeites elétricos é desligar o circuito no disjuntor correspondente à tomada onde o material está plugado
A decoração de Natal é tradicionalmente retirada no Dia de Reis, celebrado em 6 de janeiro, quando se encerra o ciclo natalino. Para garantir um início de ano sem acidentes, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) reforça algumas orientações para que a desmontagem da decoração seja feita com total segurança. De acordo com o gerente de saúde e segurança corporativa da Cemig, José Firmo do Carmo Júnior, o primeiro passo para desmontar as luzes de Natal e outros enfeites elétricos é desligar o circuito no disjuntor correspondente à tomada onde o material está plugado. “Essa medida simples evita choques elétricos durante todo o processo de desmontagem. Antes de começar, é fundamental retirar os enfeites da tomada, eliminando qualquer risco de contato acidental com a energia elétrica”, afirma.
O especialista também destaca que a atenção deve ser redobrada ao desinstalar itens colocados em áreas externas, como fachadas e varandas, especialmente por envolverem trabalho em altura e possíveis proximidades com a rede elétrica. “Nesse tipo de situação, é essencial utilizar equipamentos de segurança adequados e manter distância segura da fiação. A simples aproximação de cabos de média tensão pode gerar um arco elétrico e causar acidentes graves, incluindo quedas. A eletricidade apresenta riscos invisíveis e a prevenção é sempre a melhor conduta”, alerta.
Atenção à chuva
O início do ano é marcado pelas tempestades de verão, que aumentam a vulnerabilidade da decoração natalina instalada em áreas externas. José Firmo do Carmo Júnior reforça que a retirada dos enfeites só deve ser feita quando o tempo estiver firme e o ambiente estiver totalmente seco.“Água e eletricidade não combinam. Evitar a desmontagem com o piso molhado é fundamental, não apenas para prevenir choques elétricos, mas também para reduzir o risco de escorregões e quedas durante o trabalho em altura”, explica.
Fonte: Agência Minas
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Postado por Sônia da Conceição Santos, no dia 05/01/2026 - 18:20