Foto: Divulgação
O espaço era um refúgio de criatividade, onde a arte servia como ferramenta de expressão e aprendizado
Durante algum tempo, a Praça CEUs, no bairro Rochedo, foi tomada por cores, risadas e sonhos. Ali, o projeto Brincando de Colorir, criado pela pedagoga Amanda Mafuz, ofereceu às crianças da comunidade muito mais do que tintas e papéis: ofereceu acolhimento, afeto e pertencimento.
O espaço era um refúgio de criatividade, onde a arte servia como ferramenta de expressão e aprendizado. “Cada criança que pintava ali descobria um pouco de si mesma. Colorir era uma forma de se expressar, de aprender, de se sentir vista”, conta Amanda, emocionada.
Hoje, o cenário é outro. Sem sede fixa, o Brincando de Colorir teve de interromper suas atividades, deixando um vazio na comunidade. O que antes reunia famílias, educadores e pequenos artistas, agora sobrevive apenas na memória de quem viveu a experiência transformadora do projeto.
Mesmo diante das dificuldades, Amanda sonha em reabrir o projeto. Ela acredita que a falta de estrutura não é capaz de apagar o poder da arte de mudar vidas — especialmente na infância. Para voltar a funcionar, o projeto precisa de apoio da comunidade e de parcerias institucionais. Faltam materiais básicos, como: lápis de cor, papéis, cartolinas e pastas, tintas e pincéis.
Mais do que isso, é necessário um espaço físico para sediar novamente as atividades — um lugar onde a arte e o riso possam florescer outra vez.Quem quiser contribuir pode entrar em contato com Amanda Mafuz Monteiro pelo WhatsApp (31) 98922-0005.
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Postado por Rafaela Melo, no dia 01/11/2025 - 17:07