Nos últimos anos, a creatina se tornou um dos suplementos mais pesquisados e utilizados no mundo, especialmente entre praticantes de atividade física. Mas afinal, como ela realmente age no nosso organismo? É justamente sobre isso que vou falar um pouco mais na coluna de hoje! A creatina é uma substância naturalmente produzida pelo corpo, a partir de aminoácidos como a arginina, glicina e metionina, e também pode ser obtida por meio da alimentação, principalmente em carnes e peixes. Sua função principal está ligada à produção rápida de energia para as células, em especial para os músculos.
Durante esforços de alta intensidade e curta duração, como treinos de musculação ou esportes explosivos, o organismo utiliza uma molécula chamada ATP (trifosfato de adenosina) como fonte imediata de energia. O problema é que os estoques de ATP são limitados e se esgotam rapidamente. É aí que a creatina entra em ação: ela atua na reposição desses estoques por meio da fosfocreatina, prolongando a capacidade de desempenho e reduzindo a fadiga muscular.
Além do impacto direto na performance esportiva, estudos também apontam benefícios da creatina na recuperação muscular, no ganho de massa magra e até mesmo em áreas não relacionadas ao exercício, como a saúde cerebral e neurológica. Pesquisas indicam que ela pode contribuir para funções cognitivas, já que o cérebro também demanda energia de forma intensa. É importante destacar que a suplementação de creatina deve ser feita com orientação profissional, levando em consideração fatores individuais como peso, rotina de treinos e estado de saúde.
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Escrito por Nayara Costa, no dia 25/09/2025