Que fim levou?


Mãe vive agonia de não saber se ossada encontrada em Lafaiete é de sua filha

Jaislaine Sarmento Rosa, de 14 anos, estava desaparecida; em outubro de 2018, duas menores afirmaram ter matado e colocado fogo no corpo da jovem


Desde outubro do ano passado, Jaiara Helena Sarmento vive um drama: a incerteza de saber se a ossada encontrada na localidade de Mostarda, em Lafaiete, é de sua filha, Jaislaine Sarmento Rosa. A adolescente, de 14 anos, teria sido assassinada por duas menores cerca de um mês antes do corpo ser encontrado. A dona de casa lembra que, na época, foi feito o exame da saliva para saber se os restos mortais seriam mesmo de Jaislaine: “Mas já se passaram 3 meses e não me deram resposta. Minha vida, desde então, é uma agonia”.
A moradora do bairro Santa Cruz, na região da Barreira, afirma já ter ligado diversas vezes para o Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte, mas sempre tem respostas desencontradas sobre a identificação do corpo: “Já me falaram que o resultado não estava pronto, por não ter material para fazer o exame. Depois de um tempo, voltei a ligar e me disseram que a ossada tinha chegado lá só agora, em janeiro. Não estou entendendo mais nada. Quero saber das autoridades qual o motivo de tanta demora”, questiona.Em resposta, ao questionamento da mãe, a Polícia Civil de Minas Gerais afirmou que o procedimento para identificação da ossada se encontra em andamento. “Como medida legal, ne­nhum corpo pode ser liberado do Instituto Médico Legal (IML) sem que seja comprovada efetivamente a sua identificação. Por se tratar de exames de alta complexidade, como é o caso, podem demandar maior tempo para sua finalização, mas tão logo sejam concluídos, a família será contatada”.

 




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Escrito por Redação, no dia 08/02/2019


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