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CSN afirma que Barragem de Congonhas é segura



Com investimento de R$ 250 milhões na tecnologia de empilhamento a seco, a CSN afirma que vai eliminar, até o fim de 2019, a utilização de barragens em seu processo produtivo. Em resposta ao oficio enviado pelo Jornal CORREIO, a minerador informou que "lamenta profundamente o ocorrido em Brumadinho e gostaria de salientar que a Barragem de Casa de Pedra, com método de construção a jusante, é segura".

A CSN também informou que "a empresa está na vanguarda do tratamento de rejeitos, com investimento de 250 milhões de reais na tecnologia de empilhamento a seco, que já cobre 40% do volume de seus rejeitos, o maior empreendimento do tipo já feito no Brasil. Até o fim de 2019, a empresa estará processando 100% do seu minério a seco, descartando a utilização de barragens para o processo produtivo".  A empresa finaliza a nota afirmando que a população de Congonhas pode ficar tranquila

 

Cidade apreensiva

 

O rompimento da barragem da Vale, na cidade de Brumadinho, no dia 25 de janeiro, tem gerado apreensão e medo nas comunidades vizinhas às barreiras destinadas aos rejeitos da atividade mineradora. Esse fato é observado em Casa de Pedra, em Congonhas, localizada próximo à propriedade da CSN Mineração. Depois da tragédia na região metropolitana de Belo Horizonte, a segurança das barragens tem retornado ao debate público, gerando movimentações, reuniões.

Na cidade, já há um pedido da Câmara Municipal ao Ministério Público do Estado de Minas Gerais e ao Executivo municipal para a suspensão das atividades da barragem de Casa de Pedra até que a empresa apresente medidas de segurança para tranquilizar a população. O pedido foi realizado via oficio protocolado no dia 28 de janeiro.

De acordo com o Legislativo, a medida é uma forma de prevenção encontrada pelos vereadores para que o que aconteceu em Mariana (2015) e em Brumadinho não se repita em Congonhas. Os moradores dos bairros que ficam próximos ao empreendimento também realizaram uma reunião para cobrar soluções das autoridades municipais e da empresa.




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Escrito por Redação, no dia 04/02/2019


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