Comunidade


Novena em honra a São Sebastião começa na sexta-feira, dia 11



A Paróquia de São Sebastião promove, a partir de 11 de janeiro, a novena em homenagem ao mártir São Sebastião. A festividade se estende até o dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião. A homenagem a São Se­bastião contará com cavalgada, novena, terço meditado, missa festiva e confissões. Du­rante a noite, depois da novena solene, haverá barraquinhas e música ao vivo no adro da Matriz de São Sebastião. De acordo com a paróquia, o valor arrecadado durante a festa será revertido para o restauro das imagens de Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora do Triunfo e Nossa Senhora das Graças que estão em São João del-Rei.

De 11 a 19 de janeiro serão realizadas missas e novenas nos horários de 7h, 15h, e 19h30. Já no dia 13, o Parque de Exposições Tancredo Neves será o ponto de partida da cavalgada em direção à Matriz de São Sebastião. Após a cavalgada será realizada a missa do homem do campo com bênção de sementes, sal para o gado e leilão de bezerros e prendas. No dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião, a programação tem início às 7h30.

Soldado Cristão

São Sebastião era um jovem que servia ao exército romano, mas não seguia a religião do império, os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. Os cristãos eram perseguidos pelo Império Romano, no entanto, Sebastião era adepto ao Cristianismo e ajudava, em segredo, os cristãos que eram presos e torturados. Quando o imperador descobriu que havia cristãos infiltrados no exército romano, houve uma caçada aos devotos de Jesus Cristo. Sebastião foi descoberto, perseguido e capturado. O império queria que ele renunciasse a sua fé, mas o mártir não cedeu.

Ele foi pendurado em um poste e os soldados romanos atiraram várias flechas em seu corpo e o deixaram sangrando para morrer, até que uma mulher cristã que o conhecia viu o corpo e percebeu que o homem ainda estava vivo apesar dos ferimentos. São Sebastião foi tratado e assim que seus ferimentos se curaram, ele retornou ao Império Romano e pediu a continuidade do seu trabalho missionário. O império ne­gou e o ex-soldado foi torturado novamente.




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