Cultura


Nascido do sagrado e do profano, Clube Santa Cecília comemora 133 anos



O clube mais antigo da cidade celebrou, em novembro, 133 anos de fundação. A trajetória do Santa Cecília se confunde com a história da cidade e do próprio catolicismo na antiga Queluz de Minas. Foi para trazer mais alegria aos festejos das três igrejas existentes ? a de Nossa Senhora da Conceição, Santo Antônio e Nossa Senhora do Carmo - que 18 músicos resolveram, em 1885, criar a Banda Santa Cecília. Com o tempo, o grupo se fortaleceu e em um Carnaval desses, que ninguém sabe muito bem dizer ao certo, surgiu a ideia de criar a parte recreativa. Assim, da mistura do sagrado com o pagão, nasceu a Sociedade Musical Santa Cecília ? um espaço dedicado à música, ao esporte e à cultura, como um todo.
Na década de 20, surgiu a ideia de unir os músicos da então Queluz em uma banda. Sob a regência de Antônio Orozimbo, o Cabeça, como era conhecido, eles passaram a fazer seus primeiros ensaios. Sem uma sede própria, o endereço dos encontros era quase sempre o mesmo: a casa do regente, no "Beco do Quinquim", atual rua Francisco Lobo, no Santo Antônio. O nome não poderia ser outro, que não o de Santa Cecília. E foi com as bênçãos da santa que os ensaios deixaram de ser feitos na casa dos músicos e foram transferidos para as sedes, na rua Assis Andrade, depois Horário de Queiróz e, finalmente, a sede própria, na rua Tavares de Melo.



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Escrito por Redação, no dia 07/12/2018


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